As crenças mais antigas descrevem o tarô como uma forma de cartomancia, que é a adivinhação pelas cartas. O destino e nossas ações podem influenciar a maneira com que as cartas são embaralhadas e escolhidas. Cada momento apresenta aspectos únicos e mágicos que podem ser apreendidos e refletidos pelas cartas.As cartas embaralhadas ao acaso fazem com que esse vocabulário de símbolos que elas contem assuma um arranjo caótico, e o ato de deitá-las cria uma nova ordem resultante desse caos primário. Qualquer carta escolhida reflete os aspectos de um determinado momento, assim como as imagens aparentemente irrelevantes de um sonho podem vir a identificar assuntos específicos que emergem do inconsciente. A partir daí podemos fazer projeções para o futuro e mudarmos a rota, se necessário.
Em minhas consultas alio o tarô ao baralho cigano, sendo este último chamado de "o fofoqueiro" no meio esotérico, por nos dar condições de perceber maiores detalhes em relação ao assunto focado no momento.
Faço uso também da numerologia, analisando as características do consulente pela sua data de nascimento que, a meu ver, é como um "chip" que me revela a personalidade, o caráter e o momento que a pessoa está vivendo, além da sinastria dela e outras pessoas envolvidas na questão. É uma excelente ferramenta para verificar a estabilidade e combinação de qualquer parceria, tanto afetiva, como profissional.



COMO MUDAR O MUNDO

Era uma vez, um cientista que vivia preocupado com os problemas do mundo e decidido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias e dias no seu laboratório à procura de respostas.
Um dia, o seu filho de sete anos invadiu o seu santuário querendo ajudar o pai. Claro que o cientista não queria ser interrompido e, por isso, tentou que o filho fosse brincar em vez de ficar ali, atrapalhando-o. Mas, como o menino era persistente, o pai teve de arranjar uma maneira de entretê-lo no laboratório. Foi, então, que reparou num mapa do mundo que estava na página de uma revista. Lembrou-se de cortar o mapa em vários pedaços e depois apresentou o desafio ao filho:
- Filho, você vai me ajudar a consertar o mundo! Aqui está o mundo todo partido. E você vai arrumá-lo para que ele fique bem outra vez! Quando você terminar, me chame, ok?
O cientista estava convencido que a criança levaria dias para resolver o quebra-cabeças que ele tinha construído. Mas surpreendentemente, poucas horas depois, o filho já chamava por ele:
- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui consertar o mundo!
O pai não queria acreditar, achava que era impossível um miúdo daquela idade ter conseguido montar o quebra-cabeças de uma imagem que ele nunca tinha visto antes. Por isso, apenas levantou os olhos dos seus cálculos para ver o trabalho do filho que, pensava ele, não era mais do que um disparate digno de uma criança daquela idade. Porém, quando viu o mapa completamente montado, sem nenhum erro, perguntou ao filho como é que ele tinha conseguido sem nunca ter visto um mapa do mundo anteriormente.
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que, do outro lado da página, havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para eu consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem; virei os pedaços de papel ao contrário e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que tinha consertado o mundo.




Consultas de Tarô e Numerologia